martes, 23 de diciembre de 2025

LIBRO: Ciência Aberta no Brasil: conquistas e desafios Creators

LIBRO: 

Ciência Aberta no Brasil: conquistas e desafios Creators

Couto Corrêa da Silva, Fabiano (Editor)1

Stueber, Ketlen (Editor)2

Carvalho-Segundo, Washington R. de (Editor)3


https://zenodo.org/records/15211073

Description

Este livro é uma leitura essencial para todos interessados em compreender os desafios e as perspectivas para a Ciência Aberta no Brasil. Ele é destinado a cientistas, estudantes de pósgraduação, pesquisadores, professores e demais interessados. Os capítulos oferecem abordagens multifacetadas e proporcionam compreensão ampla das estratégias adotadas para tornar a ciência mais acessível e inclusiva, refletindo sobre as contribuições significativas das entidades aqui representadas no cenário científico nacional. Valoriza-se a diversidade de opiniões e as críticas evocadas pelos autores, as quais são oportunidades ricas para reflexão e debates construtivos.


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April 14, 2025 (v2)
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Prefácio - Ciência Aberta no Brasil: conquistas e desafios
O livro é uma coletânea multidisciplinar que explora a Ciência Aberta no Brasil, apresentando-a como um
movimento transformador, capaz de reestruturar a produção e o acesso ao conhecimento científico.
Organizado por Fabiano Couto Corrêa da Silva, Ketlen Stueber e Washington Segundo,
a obra reúne contribuições de especialistas, instituições e projetos que impulsionam a Ciência Aberta
no país, destacando conquistas, desafios e estratégias para sua consolidação.  
O prefácio conclui com um convite à reflexão sobre o potencial da Ciência Aberta
para tornar a ciência mais acessível, colaborativa e alinhada às demandas sociais.

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April 14, 2025 (v4)
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Apresentação - A ciência aberta é uma construção coletiva
Abel Laerte Packer disserta sobre as perspectivas históricas e sociais das tecnologias de comunicação
e informação. Detalha o processo de criação, expansão e protagonismo do Programa SciELO
no Brasil e no mundo, pioneiro em iniciativas de Acesso Aberto. E reflete sobre as características
da Ciência Aberta no Brasil. 

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April 14, 2025 (v4)
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Os planos de ação da Open Government Partnership para
o fortalecimento da Ciência Aberta brasileira
Bianca Amaro, Priscila Machado Borges Sena e Washington Luís Ribeiro de Carvalho Segundo
dissertam sobre o estabelecimento, a evolução e o cumprimento dos Planos de Ação do Brasil
na Open Government Partnership (OGP), destacando a inclusão da Ciência Aberta como tema-chave.
Este texto é essencial para a compreensão do status e da Ciência Aberta no Brasil e transpassa
todas as demais iniciativas e relatos apresentados na obra Ciência Aberta no Brasil: conquistas e desafios.

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April 14, 2025 (v4)
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O IBICT na vanguarda do Acesso Aberto e da Ciência Aberta no Brasil:
repercussão histórica de projetos de pesquisa, proposições legislativas
 e manifestos
Bianca Amaro, Fhillipe de Freitas Campos e Priscila Machado Borges Sena destacam a trajetória pioneira
do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) na promoção do Acesso Aberto e
da Ciência Aberta. O texto permite compreender o protagonismo e a importância desta instituição
à serviço da democratização do conhecimento científico em âmbito nacional e internacional.

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O CNPq e a promoção da Ciência Aberta
Dileine Cunha e Lelio Fellows Filho exploram a contribuição do Conselho Nacional de Desenvolvimento
Científico e Tecnológico (CNPq) para o avanço da Ciência Aberta. O texto apresenta a cronologia
de ações e o estabelecimento de parcerias firmadas através das edições do Plano Nacional
em Governo Aberto. Destacam-se: a criação do Consórcio Nacional para Ciência Aberta (CoNCienciA),
a concepção do LattesData, dentre outras iniciativas.

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76
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April 14, 2025 (v4)
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O CONFAP e a promoção da Ciência Aberta no Brasil
Márcia Perales Mendes Silva, Nalvo Franco Almeida, Marcelo Gomes Speziali, Luiz Marcio Spinosa
e Robson Domingos Vieira discutem as iniciativas do Conselho Nacional das Fundações Estaduais Amparo
à Pesquisa (CONFAP) no fortalecimento da Ciência Aberta. A concessão de fomentos,
o desenvolvimento de projetos de pesquisa e a criação de modelos alternativos de avaliação
que contemplem a Ciência Aberta, são pautadas pelo comitê de Ciência Aberta do CONFAP
através de um conjunto de diretrizes propostas.

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April 14, 2025 (v4)
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CIVIS: plataforma de ciência cidadã
Sarita Albagli, Luana Rocha e Matheus Dantas abordam o desenvolvimento da plataforma Civis,
criada pelo Ibict para fomentar a ciência cidadã e incentivar a participação social na coprodução de
pesquisas. O texto apresenta os objetivos da plataforma, os processos de desenvolvimento e os
desafios encontrados na criação de um ambiente que converge aprendizagem e criação em prol
da construção coletiva do conhecimento.

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April 14, 2025 (v4)
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O papel do IBGE democratizando o acesso a dados e informações
 geoespaciais através da ciência aberta no Brasil
Hesley Py analisa como o IBGE tem democratizado o acesso a dados geoespaciais,
contribuindo para a formulação de políticas públicas e o apoio aos Objetivos de Desenvolvimento
Sustentável (ODS). O autor destaca o potencial da instituição como aliada às iniciativas que
visam fortalecer a Ciência Aberta em prol da cidadania, do desenvolvimento humano e social.

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April 14, 2025 (v4)
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O papel da ABEC Brasil na construção de uma cultura de Ciência Aberta
no Brasil
Lia Machado Fiuza Fialho e Sigmar de Mello Rode discutem as iniciativas da ABEC Brasil
para promover a Ciência Aberta, incluindo programas de capacitação, eventos, premiações e
a participação em projetos como o SciELO e o Open Journal Systems (OJS).

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April 14, 2025 (v3)
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A CAPES promovendo a disseminação de conhecimento científico em
Acesso Aberto no contexto da Ciência Aberta
Andrea Vieira, Bárbara Alencar e Marcos Coelho, representantes da Coordenação-Geral do Portal
de Periódicos e Informação Científica da CAPES, oferecem reflexões sobre as publicações em
Acesso Aberto. Os autores, desenvolvem um panorama histórico das iniciativas de acesso aberto
no Brasil, apresentando as instituições protagonistas e os Acordos Transformativos criados
diante das demandas existentes entre os modelos comerciais de produção do conhecimento e
as transformações evocadas pela Ciência Aberta.

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domingo, 21 de diciembre de 2025

Descubre el nuevo Servicio Editorial de ORCID de este 2025

Publicado en Paideia Studio
https://paideiastudio.net/conoce-el-nuevo-servicio-editorial-de-orcid/?utm_source=Paideia+Publishing+Services&utm_campaign=bc320b079a-RSS_EMAIL_CAMPAIGN&utm_medium=email&utm_term=0_86b6a71850-bc320b079a-745000432&goal=0_86b6a71850-bc320b079a-745000432&mc_cid=bc320b079a&mc_eid=00a95f049f



  • 19/12/2025
Descubre el nuevo Servicio Editorial de ORCID de este 2025

Geraldine Trujillo para Paideia Studio



El Servicio Editorial de ORCID: Un paso adelante hacia el reconocimiento académico

Si bien la ardua labor del autor ocupa un lugar privilegiado en la comunidad científica, es sabido por muchos que para que exista una publicación de calidad y prestigio debe existir también detrás un equipo editorial que se dedique al trabajo arduo de la verdad de la ciencia y su índole.

En este sentido, el 4 de diciembre del 2025, se anunció el nuevo Servicio Editorial de ORCID. Una función diseñada precisamente para otorgar el crédito académico que los editores siempre habían esperado y que por obvias razones merecen.

Si bien desde hace mucho ORCID cuenta con el respaldo de las editoriales, ya que estas adoptaron e integraron los identificadores persistentes (iD ORCID) a sus sistemas, es bien sabido también que el trabajo detrás de cámara que incluida gestiones como procesos de revisión y estándares de publicación, no eran valoradas y los editores no contaba con un espacio estandarizado y validado dentro de los registros.

En otras palabras, el autor, quien escribía el artículo, era reconocido, pero se olvidaban de algo fundamental: del editor o editorial, el ente que trabaja para que ese artículo fuera de calidad y llegara a los lectores correctos.

¿Qué es el Servicio Editorial de ORCID y por qué es vital para la integridad científica?

El Servicio Editorial de ORCID es una herramienta que se agregó a la sección de “Actividades Profesionales” de ORCID. ¿Su objetivo principal? Simple pero preciso, darle el reconocimiento a las editoriales. Se les da la oportunidad de añadir actividades validadas que reconozcan formalmente el trabajo de los editores de revistas.

Al compilar y acreditar los iD de ORCID para los editores, las revistas robustecen su integridad científica. Esto supone una mayor credibilidad, ya que al contar con datos validados que vinculen a expertos reconocidos con publicaciones específicas sirve como un “marcador de confianza” o Trust Marker.

En líneas generales, estamos ante una novedad que les permite a investigadores e instituciones verificar que una publicación cuenta con un respaldo editorial legítimo y profesional.

Cómo implementar el Servicio Editorial de ORCID en los flujos de trabajo

La adopción del Servicio Editorial de ORCID se puede llevar a cabo por medio de tres vías principales:

  1. Mediante las editoriales: esto se da cuando las organizaciones o instituciones recolectan y publican los datos de sus editores en sus propios sitios o en ORCID, haciendo que el proceso sea mucho más transparente.
  2. A través de sistemas de gestión de manuscritos: por medio de ORCID Member API, las plataformas de envío de artículos pueden registrar el trabajo de su equipo editorial, haciendo que se enriquezcan sus perfiles sin necesidad de que haya una carga administrativa extra.
  3. Con la ayuda del Registro Manual: si eres editor puedes añadir tus actividades de forma manual a tu perfil de ORCID, compartiendo tu experiencia con expertos de todo el mundo.

Si formas parte de una organización que ya emplea la API de miembros, el proceso es parecido al de añadir otras afiliaciones. La diferencia recae en que en vez de un ID de organización habitual, se usa el ISSN de la revista para vincular el trabajo. Este nivel de detalle técnico asegura que el Servicio Editorial de ORCID sea preciso y fácil de rastrear.

El impacto en la reputación académica y el futuro del sector

La reputación de los investigadores se ve directamente afectada por la implementación del Servicio Editorial de ORCID. Al reconocer el tiempo y la dedicación invertidos en curar contenido científico, se motiva a más especialistas a desempeñar estos roles fundamentales.

Además, para los editores de revistas en instituciones universitarias y centros de investigación, disponer de un servicio editorial validado por ORCID facilita los procesos de evaluación de rendimiento y acreditación docente. Ya no se trata solo de “decir” que se es editor, sino de “demostrarlo” mediante un enlace de autoridad en un registro internacional.

Enlaces de interés y recursos oficiales

Si quieres profundizar en este contenido te invitamos a visitar las siguientes fuentes fuentes oficiales de ORCID:

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Geraldine es escritora, Copywriting y Redactora SEO. Graduada como profesora de castellano, literatura y latín; tiene una maestría en enseñanza en ELE. Actualmente, se dedica a la escritura de contenido digital y a la asistencia virtual para pymes y emprendedores latinoamericanos. 


AMÉRICA LATINA: Intereses de la deuda equivalen a 70% del gasto en educación

Publicado en La Jornada
https://www.jornada.com.mx/2025/12/17/economia/017n1eco#:~:text=La%20deuda%20p%C3%BAblica%20de%20Am%C3%A9rica,y%20el%20Caribe%20(Cepal)


Es una restricción al desarrollo: Cepal

Intereses de la deuda equivalen a 70% del gasto en educación de AL




Jessika Becerra
 
Periódico La Jornada
Miércoles 17 de diciembre de 2025, p. 17


La deuda pública de América Latina y el Caribe ha crecido a un nivel tan alto que el pago de intereses que ha generado representa 70 por ciento del gasto en educación, según el último dato disponible de la Comisión Económica para América Latina y el Caribe (Cepal).

En otros sectores, los recursos destinados a cubrir las tasas de interés que implica la deuda significan 86 por ciento del gasto en salud y 57 por ciento del monto que se destina a protección social.

“Ahora, ante los mayores niveles de endeudamiento y mayores costos de financiamiento que tienen los países en la región, se está dando una situación que en los últimos años ha ido en aumento: el pago de intereses ha restado disponibilidad de recursos públicos para hacer gastos prioritarios, como educación, salud, protección social o inversión pública. A este fenómenos le hemos llamado restricciones al desarrollo”, comentó Noel Pérez, oficial a cargo de la división de desarrollo económico de la Cepal.

La deuda pública de los gobiernos de América Latina es elevada, hasta septiembre de 2025 representó 51.8 por ciento del producto interno bruto (PIB), una ligera variación respecto al 51.5 por ciento registrado en 2024.

“Si nos comparamos con (la proporción de) hace 15 años, estamos hablando de niveles de endeudamiento 20 puntos porcentuales del PIB por encima de lo que estuvo en ese momento, lo cual tiene implicaciones, porque reduce el espacio fiscal”, agregó Pérez.

En 2008, la deuda pública de los gobiernos centrales fue equivalente a 29.4 por ciento del PIB de la región; en 2025 se incrementó a 51.8 por ciento del PIB, lo que significó un crecimiento de 22.4 puntos porcentuales. El nivel más alto fue de 56.2 por ciento del producto, en 2020, el año en que fue declarada la pandemia de covid-19.

“Conforme los intereses fueron subiendo durante los últimos 12 años, la inversión pública bajó en una proporción casi similar y ha sido la variable de ajuste para poder acomodar estos mayores pagos de intereses”, mencionó el analista de Cepal

El organismo prevé para América Latina un gasto total de 21.8 por ciento del PIB con ingresos de 18.5 por ciento el PIB, lo cual llevará a un balance global deficitario que aumente o se deteriore ligeramente para pasar de 3.1 por ciento del año pasado a 3.3 por del PIB en 2025.

“Pero lo que se mantiene estable, es el déficit primario que permanece en 0.3 por ciento del PIB, lo que muestra que los países de la región siguen llevando a cabo esfuerzos de consolidación fiscal”, manifestó.

En cuanto a la inflación en la región, detalló que en 11 países se han establecido metas y durante este año retomaron el ciclo de reducciones de tasas.

“Para 2026, la expectativa es que continúe el ciclo de recorte de tasas, pero de forma más moderada o a menor ritmo.”

Destacó que las naciones mostraron una aceleración en el crecimiento de la base monetaria y las reservas internacionales aumentaron alrededor de 10 por ciento en el transcurso de este año y suman 924 mil 424 millones de dólares.


REINO UNIDO: las universidades se empiezan a "desvincular silenciosamente" de ELSEVIER

Publicado en THE Times Higher Education https://www.timeshighereducation.com/news/silent-decoupling-under-way-elsevier-talks-near-crunch-po...